domingo, 14 de setembro de 2025

3º TRIMESTRE - TRABALHO (3,0) FTMEF / FTMEJA/ PDAE

TRABALHO SOBRE O COMPONENTE CURRICULAR HISTÓRIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A HISTÓRIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL


1ª ATIVIDADE  - Os principais objetivos da História nas séries iniciais. Explique (0,5)

DICAS:

Principais objetivos
1. Apoiar a construção do sujeito, a partir do reconhecimento do “eu”, do “outro” e do “nós”.
2. Facilitar a compreensão de tempo e espaço, a partir do referencial da comunidade de pertencimento.

2ª ATIVIDADE  - Quais atividades você desenvolveria. Escolha um item e elabore um plano de aula (1,0)

DICAS

Na prática 
O aluno deve ser capaz de:
1. Reconhecer o "eu" e o "outro" a partir da própria realidade e das referências de seu círculo pessoal e da sua comunidade.
2. Compreender e diferenciar o público do privado e o urbano do rural.
3. Conhecer como foi a circulação dos primeiros grupos humanos.
4. Pensar sobre a diversidade de povos e culturas diferentes e suas formas de organização.
5. Desenvolver a noção de cidadania, com direitos e deveres.
6. Reconhecer a diversidade, conviver com ela e respeitá-la.
7. Analisar as diferentes formas de registros que cada grupo social produz. 

3ª ATIVIDADE - Explique com suas palavras, os processos para que os conteúdos de História estejam contextualizados, percebendo a conexão entre passado e presente e, promovendo a percepção de sujeito histórico e tempo histórico. (0,5)

DICAS

O passado deve dialogar com o presente. Esse é um dos pontos principais que a BNCC traz para o ensino de História. De acordo com a Base, é preciso “transformar a história em ferramenta a serviço de um discernimento maior sobre as experiências humanas e das sociedades em que se vive”. Sendo assim, os alunos não devem apenas aprender sobre os fatos de maneira distante ou fora de contexto a outros fenômenos e, principalmente, do próprio presente.

O que isso significa?

Isso significa que através de processos, como os cinco propostos pela Base, os alunos devem ser estimulados a fazer uma leitura crítica dos fatos históricos. Para que isso aconteça, é essencial que todos sintam-se motivados a partir dos conhecimentos que adquirem nas aulas, a formularem perguntas sobre o passado e sobre o presente. Os alunos devem ser incentivados a apresentarem suas hipóteses e interpretações acerca dos fatos para questionar e confrontar o conhecimento histórico pré-estabelecido.

Por isso, é preciso planejar aulas que permitam que os conhecimentos do professor se transformem em instrumentos de construção do saber, com espaço para uma postura ativa dos estudantes diante de suas aprendizagens.

Veja quais são os cinco processos e como aplicá-los: 

Identificação 

O que é: O processo de reconhecimento de uma questão ou objeto a ser estudado.

Como conduzir o aluno nesse processo: A partir da formulação de perguntas como:

1. "O que é?
2. "Como é possível descrevê-lo?”
3. “Como pode ser lido?”
4. “Que conhecimentos precisam ser mobilizados para reconhecer o objeto?”
5. “A quais componentes culturais ele está intrinsecamente ligado?”
6. “Qual é o sentido que nossa cultura atribui a ele?”

Um exemplo: No início do processo de pesquisa sobre uma questão histórica, ao tomar contato com um objeto, é possível reconhecer em detalhe a sua linguagem. Identificar um mapa ou uma planta ou até mesmo ler uma escala são atividades recomendadas nessa etapa. Identificar é também desnaturalizar a visão que se tem de determinado objeto de estudo, tentando apenas vê-lo como é, sem a “interferência” dos componentes culturais.


Comparação

O que é: Conhecer o outro percebendo suas semelhanças e diferenças. Ao comparar, crianças e jovens podem ter uma melhor compreensão dos fenômenos, dos processos históricos e das fontes documentais.

Como conduzir o aluno nesse processo: Apresentando fatos históricos correlacionados, de modo que o aluno possa ampliar seus conhecimentos em relação a outros povos e de  seus costumes específicos. O pensamento articulado entre as dimensões do ‘eu’, do ‘outro’ e do ‘nós’ preparam os alunos para enfrentar situações marcadas pelo conflito ou pela conciliação, estimulando também o respeito à pluralidade cultural, social e política.

Um exemplo: No ano de 1500, a cidade do México Tenochitlán tinha entre 500 mil e 1 milhão de habitantes e ostentava uma estrutura urbana complexa com aquedutos e diques. Na mesma época, Paris tinha cerca de 200 mil habitantes e Veneza, 105 mil. Apenas cinco cidades da Europa tinham mais de 100 mil habitantes naquela época. “A comparação aliada à identificação quantitativa permite ao aluno ver o mundo a partir de uma outra proporção”, explica Janice Theodoro da Silva, professora aposentada da da FFLCH-USP (Departamento de História).


Contextualização 

O que é: Localizar momentos e lugares específicos em que determinados fatos históricos ocorreram no momento de atribuir sentidos e significados.

Como conduzir o aluno nesse processo: O aluno deve identificar o momento em que uma circunstância histórica é analisada e as condições específicas daquela realidade. Um evento não deve ser estudado de forma isolada, mas inserido em um quadro amplo de referências sociais, culturais e econômicas.

Um exemplo: O aluno pode ser estimulado a pensar sobre questões secundárias que ajudarão a construir o contexto. Perguntas a serem feitas:

1. “O que é preciso saber para administrar uma cidade com 1 milhão de habitantes?”
2. “Como aconteceram os processos civilizatórios”

A Base sugere que, em meio aos debates propostos em sala de aula, que sejam destacadas as dicotomias entre Ocidente e Oriente e os modelos baseados na sequência temporal de surgimento, auge e declínio. Ambos dão conta de explicar questões históricas complexas.


Interpretação

O que é: Posicionar-se criticamente sobre o conteúdo estudado em sala de aula. Segundo o texto da Base “interpretações variadas sobre um mesmo objeto tornam mais clara, explícita, a relação sujeito/objeto e, ao mesmo tempo, estimulam a identificação das hipóteses levantadas”.

Como conduzir o aluno nesse processo: Diante de um mesmo fato, os alunos devem ser capazes de levantar diversas  hipóteses e desenvolver argumentos acerca delas. O estudante pode, por exemplo, ser chamado a questionar: “O que torna um determinado evento um marco histórico?”.

Um exemplo: No momento de interpretar, o aluno pode construir argumentos sobre o conteúdo estudado, discutir com os pares e selecionar diferentes proposições. “Pode perguntar e responder questões como: por que o incêndio nas Torres Gêmeas é um marco histórico e um outro incêndio de uma casa em São Paulo não é?”, sugere Janice.


Análise 

O que é: Problematizar a própria escrita da história, considerando as pressões e restrições de que ela também é fruto, da mesma forma como as outras produções da sociedade em que vivemos).

Como conduzir o aluno nesse processo: É possível propor atividades para que os alunos construam hipóteses sobre as questões ideológicas abordadas em sala de aula. Algumas questões norteadoras:

1. “Como foi produzido aquele saber?”
2. “Para que serve?”
3. “Quem o consome?”
4. “Seu significado se alterou no tempo e no espaço?”

Um exemplo: Ao se deparar com um fato histórico, além de conhecê-lo, o aluno deve ser capaz de compreender que é um produto de um embate de forças que resulta na elaboração de significados, que podem ser reinterpretados. É interessante que o estudante reconheça as tensões sociais, culturais, religiosas, politicas e econômicas intrínsecas ao processo de formação das sociedades que se sucederam ao longo do tempo. Ao analisar o desenvolvimento de diversos povos, no século 14, por exemplo, é importante que o aluno compreenda que toda a história é contada a partir de uma determinada perspectiva que pode ser desconstruída.

Fonte Revista Nova Escola

4ª ATIVIDADE - Explique o papel de cada Unidade temática (1,0)

DICAS

1ª série

Mundo pessoal: meu lugar no mundo

 Mundo pessoal: eu, meu grupo social e meu tempo

2ª série

A comunidade e seus registros

As formas de registrar as experiências da comunidade

O trabalho e a sustentabilidade na comunidade

3ª série

As pessoas e os grupos que compõem a cidade e o município

 O lugar em que vive

A noção de espaço público e privado

4ª série

Transformações e permanências nas trajetórias dos grupos humanos

 Circulação de pessoas, produtos e culturas

As questões históricas relativas às migrações

5ª série

 Povos e culturas: meu lugar no mundo e meu grupo social

Registros da história: linguagens e culturas 


3º TRIMESTRE - RESUMO UNIDADES TEMÁTICAS

 



No componente curricular de Geografia, nos Anos Iniciais do Fundamental, é necessário que as crianças compreendam e estabeleçam as interações entre sociedade e meio físico natural. A BNCC preconiza habilidades como essas a serem desenvolvidas no contexto da Unidade temática “Conexões e escalas”, o que permitirá, no decorrer desse processo, aos estudantes uma aprendizagem que considere as escalas de tempo e as periodizações históricas, importantes para a compreensão da produção do espaço geográfico em diferentes sociedades e épocas.













De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, essas habilidades desenvolvem-se, ao longo dos Anos Iniciais, na Unidade temática “Mundo do trabalho'', que direciona o aprendizado dos estudantes e orienta os professores na busca por metodologias que envolvam os processos e as técnicas construtivas e o uso de diferentes materiais produzidos pelas sociedades em diversos tempos, como também as características das inúmeras atividades e suas funções socioeconômicas nos setores da economia e os processos produtivos agroindustriais, expressos em distintas cadeias produtivas.



“Natureza, ambientes e qualidade de vida”, no Ensino Fundamental – Anos Iniciais, destacam-se as noções relativas à percepção do meio físico natural e de seus recursos. Com isso, os estudantes podem reconhecer de que forma as diferentes comunidades transformam a natureza, tanto em relação às inúmeras possibilidades de uso ao transformá-la em recursos quanto aos impactos socioambientais delas provenientes. Além do mais, os educadores devem desafiar as crianças a reconhecer e comparar as realidades de diversos lugares de vivência, assim como suas semelhanças e diferenças socioespaciais, e a identificar a presença ou ausência de equipamentos públicos e serviços básicos essenciais (como transporte, segurança, saúde e educação). 


A Unidade temática “Formas de representação e pensamento espacial” (BNCC) orienta que a Alfabetização Cartográfica deve ser desenvolvida com a ampliação gradativa da concepção do que é um mapa e de outras formas de representação (fotografias, esquemas, desenhos, imagens de satélites, audiovisuais, gráficos etc) possibilitando que os estudantes tenham domínio da leitura e elaboração de mapas e gráficos. Sendo assim, é necessário que o professor atente à diversificação do trabalho com linguagens, oportunizando um maior repertório construído pelos alunos, ampliando a produção de sentidos na leitura de mundo.





FONTE INTERNET


3º TRIMESTRE - GEOGRAFIA SUA IMPORTÂNCIA


 A BNCC orienta que é fundamental que os alunos consigam saber e responder algumas questões a respeito de si, das pessoas e dos objetos: Onde se localiza? Por que se localiza? Como se distribui? Quais são as características socioespaciais? 
Essas perguntas mobilizam as crianças a pensar sobre a localização de objetos e das pessoas no mundo, permitindo que compreendam seu lugar no mundo.



Os objetos de conhecimento da Geografia, devem conduzir o educando ao nível de desenvolvimento de determinadas competências e habilidades que são basilares para que ele torne-se um cidadão protagonista e com senso crítico, o que permitirá a ele ou ela compreender o espaço em que vive e o mundo que os rodeia, como também poderão desenvolver soluções para a transformação da nossa sociedade.


3º TRIMESTRE - A GEOGRAFIA COMO FERRAMENTA PARA COMPREENSÃO E LEITURA DE MUNDO

 Questionário - valendo 2 pontos


1) Explique o porquê da Geografia ser apontada pela BNCC como uma ferramenta para, cujo componente curricular, permite as crianças compreenderem o mundo e ampliar sua leitura deste.

2) Quais as formas de expressar o conceito de identidade na Geografia?

3) O que entende por pensamento espacial e raciocínio geográfico?

4) Quais os conceitos trabalhados da Geografia nas séries iniciais do EF?

5) Cite as Unidades temáticas de Geografia e defina com uma frase cada uma delas.




Texto da BNCC para base


Geografia é uma oportunidade para compreender o mundo em que se vive, na medida em que esse componente curricular aborda as ações humanas construídas nas distintas sociedades existentes nas diversas regiões do planeta. Ao mesmo tempo, a educação geográfica contribui para a formação do conceito de identidade, expresso de diferentes formas

na compreensão perceptiva da paisagem, que ganha significado à medida que, ao observá-la, nota-se a vivência dos indivíduos e da coletividade; 

nas relações com os lugares vividos

nos costumes que resgatam a nossa memória social

na identidade cultural

e na consciência de que somos sujeitos da história, distintos uns dos outros e, por isso, convictos das nossas diferenças. 

Para fazer a leitura do mundo em que vivem, com base nas aprendizagens em Geografia, os alunos precisam ser estimulados a pensar espacialmente, desenvolvendo o raciocínio geográfico. 

O pensamento espacial está associado ao desenvolvimento intelectual que integra conhecimentos não somente da Geografia, mas também de outras áreas (como Matemática, Ciência, Arte e Literatura). Essa interação visa à resolução de problemas que envolvem mudanças de escala, orientação e direção de objetos localizados na superfície terrestre, efeitos de distância, relações hierárquicas, tendências à centralização e à dispersão, efeitos da proximidade e vizinhança etc.

O raciocínio geográfico, uma maneira de exercitar o pensamento espacial, aplica determinados princípios**  para compreender aspectos fundamentais da realidade: 

a localização e a distribuição dos fatos e fenômenos na superfície terrestre,

o ordenamento territorial, as conexões existentes entre componentes físico-naturais e 

as ações antrópicas.*

* atividades realizadas pelo ser humano que alteram ou interferem no meio ambiente, podendo causar impactos tanto positivos quanto negativosAtualmente, o termo é mais associado a prejuízos ambientais.

** Analogia, diferenciação, conexão, distribuição, extensão, localização, ordem.


Também temos conceitos básicos importantes para a compreensão dessa leitura de mundo:

A BNCC está organizada com base nos principais conceitos da Geografia contemporânea, diferenciados por níveis de complexidade. 

Embora o espaço seja o conceito mais amplo e complexo da Geografia, é necessário que os alunos dominem outros conceitos mais operacionais e que expressam aspectos diferentes do espaço geográfico: território, lugar, região, natureza e paisagem







O conceito de espaço é inseparável do conceito de tempo e ambos precisam ser pensados articuladamente como um processo. Assim como para a História, o tempo é para a Geografia uma construção social, que se associa à memória e às identidades sociais dos sujeitos.

 

segunda-feira, 16 de junho de 2025

2º TRIMESTRE - EXEMPLO DE UNIDADE TEMÁTICA, OBJETO DE CONHECIMENTO (CONTEÚDO), HABILIDADE (OBJETIVO DE APRENDIZAGEM)

 GEOGRAFIA – 1º ANO 

UNIDADE TEMÁTICA

O sujeito e seu lugar no mundo 

OBJETOS DE CONHECIMENTO 

 *O modo de vida das crianças em diferentes lugares 

HABILIDADE (EF01GE01) Descrever características observadas de seus lugares de vivência (moradia, escola etc.) e identificar semelhanças e diferenças entre esses lugares. (EF01GE02) Identificar semelhanças e diferenças entre jogos e brincadeiras de diferentes épocas e lugares.


*Situações de convívio em diferentes lugares  

HABILIDADE (EF01GE03) Identificar e relatar semelhanças e diferenças de usos do espaço público (praças, parques) para o lazer e diferentes manifestações. (EF01GE04) Discutir e elaborar, coletivamente, regras de convívio em diferentes espaços (sala de aula, escola etc.).


UNIDADE TEMÁTICA

Conexões e escalas

OBJETO DE CONHECIMENTO 

*Ciclos naturais e a vida cotidiana 

HABILIDADE (EF01GE05) Observar e descrever ritmos naturais (dia e noite, variação de temperatura e umidade etc.) em diferentes escalas espaciais e temporais, comparando a sua realidade com outras


UNIDADE TEMÁTICA

Mundo do trabalho

OBJETO DE CONHECIMENTO 

*Diferentes tipos de trabalho existentes no seu dia a dia

HABILIDADE (EF01GE06) Descrever e comparar diferentes tipos de moradia ou objetos de uso cotidiano (brinquedos, roupas, mobiliários), considerando técnicas e materiais utilizados em sua produção. (EF01GE07) Descrever atividades de trabalho relacionadas com o dia a dia da sua comunidade.


UNIDADE TEMÁTICA

Formas de representação e pensamento espacial 

OBJETO DE CONHECIMENTO

*Pontos de referência

HABILIDADE  (EF01GE08) Criar mapas mentais e desenhos com base em itinerários, contos literários, histórias inventadas e brincadeiras. (EF01GE09) Elaborar e utilizar mapas simples para localizar elementos do local de vivência, considerando referenciais espaciais (frente e atrás, esquerda e direita, em cima e embaixo, dentro e fora) e tendo o corpo como referência.


UNIDADE TEMÁTICA

Natureza, ambientes e qualidade de vida

OBJETO DE CONHECIMENTO

*Condições de vida nos lugares de vivência

HABILIDADE (EF01GE10) Descrever características de seus lugares de vivência relacionadas aos ritmos da natureza (chuva, vento, calor etc.). (EF01GE11) Associar mudanças de vestuário e hábitos alimentares em sua comunidade ao longo do ano, decorrentes da variação de temperatura e umidade no ambiente.


2º TRIMESTRE - AS UNIDADES TEMÁTICAS - GEOGRAFIA ANOS INICIAIS

FONTE BNCC

 Na unidade temática ...

O sujeito e seu lugar no mundo, focalizam-se as noções de pertencimento e identidade. No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, busca-se ampliar as experiências com o espaço e o tempo vivenciadas pelas crianças em jogos e brincadeiras na Educação Infantil, por meio do aprofundamento de seu conhecimento sobre si mesmas e de sua comunidade, valorizando-se os contextos mais próximos da vida cotidiana. Espera-se que as crianças percebam e compreendam a dinâmica de suas relações sociais e étnico-raciais, identificando-se com a sua comunidade e respeitando os diferentes contextos socioculturais. Ao tratar do conceito de espaço, estimula-se o desenvolvimento das relações espaciais topológicas, projetivas e euclidianas, além do raciocínio geográfico, importantes para o processo de alfabetização cartográfica e a aprendizagem com as várias linguagens (formas de representação e pensamento espacial). Além disso, pretende-se possibilitar que os estudantes construam sua identidade relacionando-se com o outro (sentido de alteridade); valorizem as suas memórias e marcas do passado vivenciadas em diferentes lugares; e, à medida que se alfabetizam, ampliem a sua compreensão do mundo. Em continuidade, no Ensino Fundamental.

Conexões e escalas, a atenção está na articulação de diferentes espaços e escalas de análise, possibilitando que os alunos compreendam as relações existentes entre fatos nos níveis local e global. Portanto, no decorrer do Ensino Fundamental, os alunos precisam compreender as interações multiescalares existentes entre sua vida familiar, seus grupos e espaços de convivência e as interações espaciais mais complexas. A conexão é um princípio da Geografia que estimula a compreensão do que ocorre entre os componentes da sociedade e do meio físico natural. Ela também analisa o que ocorre entre quaisquer elementos que constituem um conjunto na superfície terrestre e que explicam um lugar na sua totalidade. Conexões e escalas explicam os arranjos das paisagens, a localização e a distribuição de diferentes fenômenos e objetos técnicos, por exemplo.  Dessa maneira, desde o Ensino Fundamental – Anos Iniciais, as crianças compreendem e estabelecem as interações entre sociedade e meio físico natural.


Mundo do trabalho, abordam-se, no Ensino Fundamental – Anos Iniciais, os processos e as técnicas construtivas e o uso de diferentes materiais produzidos pelas sociedades em diversos tempos. São igualmente abordadas as características das inúmeras atividades e suas funções socioeconômicas nos setores da economia e os processos produtivos agroindustriais, expressos em distintas cadeias produtivas.

Formas de representação e pensamento espacial, além da ampliação gradativa da concepção do que é um mapa e de outras formas de representação gráfica, são reunidas aprendizagens que envolvem o raciocínio geográfico. Espera-se que, no decorrer do Ensino Fundamental, os alunos tenham domínio da leitura e elaboração de mapas e gráficos, iniciando- -se na alfabetização cartográfica. Fotografias, mapas, esquemas, desenhos, imagens de satélites, audiovisuais, gráficos, entre outras alternativas, são frequentemente utilizados no componente curricular. Quanto mais diversificado for o trabalho com linguagens, maior o repertório construído pelos alunos, ampliando a produção de sentidos na leitura de mundo. Compreender as particularidades de cada linguagem, em suas potencialidades e em suas limitações, conduz ao reconhecimento dos produtos dessas linguagens não como verdades, mas como possibilidades. No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, os alunos começam, por meio do exercício da localização geográfica, a desenvolver o pensamento espacial, que gradativamente passa a envolver outros princípios metodológicos do raciocínio geográfico, como os de localização, extensão, correlação, diferenciação e analogia espacial.

Natureza, ambientes e qualidade de vida, busca-se a unidade da geografia, articulando geografia física e geografia humana, com destaque para a discussão dos processos físico-naturais do planeta Terra. No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, destacam-se as noções relativas à percepção do meio físico natural e de seus recursos. Com isso, os alunos podem reconhecer de que forma as diferentes comunidades transformam a natureza, tanto em relação às inúmeras possibilidades de uso ao transformá-la em recursos quanto aos impactos socioambientais delas provenientes


Em todas essas unidades, destacam-se aspectos relacionados ao exercício da cidadania e à aplicação de conhecimentos da Geografia diante de situações e problemas da vida cotidiana, tais como: estabelecer regras de convivência na escola e na comunidade; discutir propostas de ampliação de espaços públicos; e propor ações de intervenção na realidade, tudo visando à melhoria da coletividade e do bem comum. No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, as crianças devem ser desafiadas a reconhecer e comparar as realidades de diversos lugares de vivência, assim como suas semelhanças e diferenças socioespaciais, e a identificar a presença ou ausência de equipamentos públicos e serviços básicos essenciais (como transporte, segurança, saúde e educação). 

3º TRIMESTRE - TRABALHO (3,0) FTMEF / FTMEJA/ PDAE

TRABALHO SOBRE O COMPONENTE CURRICULAR HISTÓRIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A HISTÓRIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENT...