segunda-feira, 16 de junho de 2025

2º TRIMESTRE - EXEMPLO DE UNIDADE TEMÁTICA, OBJETO DE CONHECIMENTO (CONTEÚDO), HABILIDADE (OBJETIVO DE APRENDIZAGEM)

 GEOGRAFIA – 1º ANO 

UNIDADE TEMÁTICA

O sujeito e seu lugar no mundo 

OBJETOS DE CONHECIMENTO 

 *O modo de vida das crianças em diferentes lugares 

HABILIDADE (EF01GE01) Descrever características observadas de seus lugares de vivência (moradia, escola etc.) e identificar semelhanças e diferenças entre esses lugares. (EF01GE02) Identificar semelhanças e diferenças entre jogos e brincadeiras de diferentes épocas e lugares.


*Situações de convívio em diferentes lugares  

HABILIDADE (EF01GE03) Identificar e relatar semelhanças e diferenças de usos do espaço público (praças, parques) para o lazer e diferentes manifestações. (EF01GE04) Discutir e elaborar, coletivamente, regras de convívio em diferentes espaços (sala de aula, escola etc.).


UNIDADE TEMÁTICA

Conexões e escalas

OBJETO DE CONHECIMENTO 

*Ciclos naturais e a vida cotidiana 

HABILIDADE (EF01GE05) Observar e descrever ritmos naturais (dia e noite, variação de temperatura e umidade etc.) em diferentes escalas espaciais e temporais, comparando a sua realidade com outras


UNIDADE TEMÁTICA

Mundo do trabalho

OBJETO DE CONHECIMENTO 

*Diferentes tipos de trabalho existentes no seu dia a dia

HABILIDADE (EF01GE06) Descrever e comparar diferentes tipos de moradia ou objetos de uso cotidiano (brinquedos, roupas, mobiliários), considerando técnicas e materiais utilizados em sua produção. (EF01GE07) Descrever atividades de trabalho relacionadas com o dia a dia da sua comunidade.


UNIDADE TEMÁTICA

Formas de representação e pensamento espacial 

OBJETO DE CONHECIMENTO

*Pontos de referência

HABILIDADE  (EF01GE08) Criar mapas mentais e desenhos com base em itinerários, contos literários, histórias inventadas e brincadeiras. (EF01GE09) Elaborar e utilizar mapas simples para localizar elementos do local de vivência, considerando referenciais espaciais (frente e atrás, esquerda e direita, em cima e embaixo, dentro e fora) e tendo o corpo como referência.


UNIDADE TEMÁTICA

Natureza, ambientes e qualidade de vida

OBJETO DE CONHECIMENTO

*Condições de vida nos lugares de vivência

HABILIDADE (EF01GE10) Descrever características de seus lugares de vivência relacionadas aos ritmos da natureza (chuva, vento, calor etc.). (EF01GE11) Associar mudanças de vestuário e hábitos alimentares em sua comunidade ao longo do ano, decorrentes da variação de temperatura e umidade no ambiente.


2º TRIMESTRE - AS UNIDADES TEMÁTICAS - GEOGRAFIA ANOS INICIAIS

FONTE BNCC

 Na unidade temática ...

O sujeito e seu lugar no mundo, focalizam-se as noções de pertencimento e identidade. No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, busca-se ampliar as experiências com o espaço e o tempo vivenciadas pelas crianças em jogos e brincadeiras na Educação Infantil, por meio do aprofundamento de seu conhecimento sobre si mesmas e de sua comunidade, valorizando-se os contextos mais próximos da vida cotidiana. Espera-se que as crianças percebam e compreendam a dinâmica de suas relações sociais e étnico-raciais, identificando-se com a sua comunidade e respeitando os diferentes contextos socioculturais. Ao tratar do conceito de espaço, estimula-se o desenvolvimento das relações espaciais topológicas, projetivas e euclidianas, além do raciocínio geográfico, importantes para o processo de alfabetização cartográfica e a aprendizagem com as várias linguagens (formas de representação e pensamento espacial). Além disso, pretende-se possibilitar que os estudantes construam sua identidade relacionando-se com o outro (sentido de alteridade); valorizem as suas memórias e marcas do passado vivenciadas em diferentes lugares; e, à medida que se alfabetizam, ampliem a sua compreensão do mundo. Em continuidade, no Ensino Fundamental.

Conexões e escalas, a atenção está na articulação de diferentes espaços e escalas de análise, possibilitando que os alunos compreendam as relações existentes entre fatos nos níveis local e global. Portanto, no decorrer do Ensino Fundamental, os alunos precisam compreender as interações multiescalares existentes entre sua vida familiar, seus grupos e espaços de convivência e as interações espaciais mais complexas. A conexão é um princípio da Geografia que estimula a compreensão do que ocorre entre os componentes da sociedade e do meio físico natural. Ela também analisa o que ocorre entre quaisquer elementos que constituem um conjunto na superfície terrestre e que explicam um lugar na sua totalidade. Conexões e escalas explicam os arranjos das paisagens, a localização e a distribuição de diferentes fenômenos e objetos técnicos, por exemplo.  Dessa maneira, desde o Ensino Fundamental – Anos Iniciais, as crianças compreendem e estabelecem as interações entre sociedade e meio físico natural.


Mundo do trabalho, abordam-se, no Ensino Fundamental – Anos Iniciais, os processos e as técnicas construtivas e o uso de diferentes materiais produzidos pelas sociedades em diversos tempos. São igualmente abordadas as características das inúmeras atividades e suas funções socioeconômicas nos setores da economia e os processos produtivos agroindustriais, expressos em distintas cadeias produtivas.

Formas de representação e pensamento espacial, além da ampliação gradativa da concepção do que é um mapa e de outras formas de representação gráfica, são reunidas aprendizagens que envolvem o raciocínio geográfico. Espera-se que, no decorrer do Ensino Fundamental, os alunos tenham domínio da leitura e elaboração de mapas e gráficos, iniciando- -se na alfabetização cartográfica. Fotografias, mapas, esquemas, desenhos, imagens de satélites, audiovisuais, gráficos, entre outras alternativas, são frequentemente utilizados no componente curricular. Quanto mais diversificado for o trabalho com linguagens, maior o repertório construído pelos alunos, ampliando a produção de sentidos na leitura de mundo. Compreender as particularidades de cada linguagem, em suas potencialidades e em suas limitações, conduz ao reconhecimento dos produtos dessas linguagens não como verdades, mas como possibilidades. No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, os alunos começam, por meio do exercício da localização geográfica, a desenvolver o pensamento espacial, que gradativamente passa a envolver outros princípios metodológicos do raciocínio geográfico, como os de localização, extensão, correlação, diferenciação e analogia espacial.

Natureza, ambientes e qualidade de vida, busca-se a unidade da geografia, articulando geografia física e geografia humana, com destaque para a discussão dos processos físico-naturais do planeta Terra. No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, destacam-se as noções relativas à percepção do meio físico natural e de seus recursos. Com isso, os alunos podem reconhecer de que forma as diferentes comunidades transformam a natureza, tanto em relação às inúmeras possibilidades de uso ao transformá-la em recursos quanto aos impactos socioambientais delas provenientes


Em todas essas unidades, destacam-se aspectos relacionados ao exercício da cidadania e à aplicação de conhecimentos da Geografia diante de situações e problemas da vida cotidiana, tais como: estabelecer regras de convivência na escola e na comunidade; discutir propostas de ampliação de espaços públicos; e propor ações de intervenção na realidade, tudo visando à melhoria da coletividade e do bem comum. No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, as crianças devem ser desafiadas a reconhecer e comparar as realidades de diversos lugares de vivência, assim como suas semelhanças e diferenças socioespaciais, e a identificar a presença ou ausência de equipamentos públicos e serviços básicos essenciais (como transporte, segurança, saúde e educação). 

quarta-feira, 11 de junho de 2025

2º TRIMESTRE - PRINCIPAIS CONCEITOS DE GEOGRAFIA

  Principais conceitos da Geografia contemporânea, diferenciados por níveis de complexidade.

 Embora o espaço seja o conceito mais amplo e complexo da Geografia, é necessário que os alunos dominem outros conceitos mais operacionais e que expressam aspectos diferentes do espaço geográfico: território, lugar, região, natureza e paisagem. O conceito de espaço é inseparável do conceito de tempo e ambos precisam ser pensados articuladamente como um processo. Assim como para a História, o tempo é para a Geografia uma construção social, que se associa à memória e às identidades sociais dos sujeitos. Do mesmo modo, os tempos da natureza não podem ser ignorados, pois marcam a memória da Terra e as transformações naturais que explicam as atuais condições do meio físico natural. Assim, pensar a temporalidade das ações humanas e das sociedades por meio da relação tempo-espaço representa um importante e desafiador processo na aprendizagem de Geografia.

segunda-feira, 9 de junho de 2025

2º TRIMESTRE - RACIOCÍNIO GEOGRÁFICO

  DESCRIÇÃO DOS PRINCÍPIOS DO RACIOCÍNIO GEOGRÁFICO 


RACIOCÍNIO GEOGRÁFICO


O raciocínio geográfico, uma maneira de exercitar o pensamento espacial, aplica determinados princípios (Quadro 1) para compreender aspectos fundamentais da realidade: a localização e a distribuição dos fatos e fenômenos na superfície terrestre, o ordenamento territorial, as conexões existentes entre componentes físico-naturais e as ações antrópicas.46


46 Essa concepção, que valoriza a capacidade dos jovens de pensar espacialmente por meio do raciocínio geográfico, é compartilhada por propostas curriculares de diversos países, como o Reino Unido, Portugal, Estados Unidos da América, Chile e Austrália.

PRINCÍPIO DESCRIÇÃO 

Analogia Um fenômeno geográfico sempre é comparável a outros. A identificação das semelhanças entre fenômenos geográficos é o início da compreensão da unidade terrestre. 

Conexão Um fenômeno geográfico nunca acontece isoladamente, mas sempre em interação com outros fenômenos próximos ou distantes. 

Diferenciação* É a variação dos fenômenos de interesse da geografia pela superfície terrestre (por exemplo, o clima), resultando na diferença entre áreas. 

Distribuição Exprime como os objetos se repartem pelo espaço. 

Extensão Espaço finito e contínuo delimitado pela ocorrência do fenômeno geográfico.

 Localização Posição particular de um objeto na superfície terrestre. A localização pode ser absoluta (definida por um sistema de coordenadas geográficas) ou relativa (expressa por meio de relações espaciais topológicas ou por interações espaciais). 

Ordem** Ordem ou arranjo espacial é o princípio geográfico de maior complexidade. Refere-se ao modo de estruturação do espaço de acordo com as regras da própria sociedade que o produziu.


Fontes: FERNANDES, José Alberto Rio; TRIGAL, Lourenzo López; SPÓSITO, Eliseu Savério. Dicionário de Geografia aplicada. Porto: Porto Editora, 2016. * MOREIRA, Ruy. A diferença e a geografia: o ardil da identidade e a representação da diferença na geografia. GEOgraphia, Rio de Janeiro, ano 1, n. 1, p. 41-58, 1999. ** MOREIRA, Ruy. Repensando a Geografia. In: SANTOS, Milton (Org.). Novos rumos da Geografia brasileira. São Paulo: Hucitec, 1982, p. 35-49.

quarta-feira, 4 de junho de 2025

2º TRIMESTRE - GEOGRAFIA NOS ANOS INICIAIS I

 FONTE BNCC


No contexto da aprendizagem do Ensino Fundamental – Anos Iniciais, será necessário considerar o que as crianças aprenderam na Educação Infantil. Em seu cotidiano, por exemplo, elas desenham familiares, enumeram relações de parentesco, reconhecem-se em fotos (classificando-as como antigas ou recentes), guardam datas e fatos, sabem a hora de dormir, de ir para a escola, negociam horários, fazem relatos orais, revisitam o passado por meio de jogos, cantigas e brincadeiras ensinadas pelos mais velhos, posicionam-se criticamente sobre determinadas situações, e tantos outros. 

Tendo por referência esses conhecimentos das próprias crianças, o estudo da Geografia no Ensino Fundamental – Anos Iniciais, em articulação com os saberes de outros componentes curriculares e áreas de conhecimento, concorre para o processo de alfabetização e letramento e para o desenvolvimento de diferentes raciocínios. 

O estudo da Geografia permite atribuir sentidos às dinâmicas das relações entre pessoas e grupos sociais, e desses com a natureza, nas atividades de trabalho e lazer. 

É importante, na faixa etária associada a essa fase do Ensino Fundamental, o desenvolvimento da capacidade de leitura por meio de fotos, desenhos, plantas, maquetes e as mais diversas representações. Assim, os alunos desenvolvem a percepção e o domínio do espaço. Nessa fase, é fundamental que os alunos consigam saber e responder algumas questões a respeito de si, das pessoas e dos objetos: Onde se localiza? Por que se localiza? Como se distribui? Quais são as características socioespaciais? Essas perguntas mobilizam as crianças a pensar sobre a localização de objetos e das pessoas no mundo, permitindo que compreendam seu lugar no mundo. 

Onde se localiza?” é uma indagação que as leva a mobilizar o pensamento espacial e as informações geográficas para interpretar as paisagens e compreender os fenômenos socioespaciais, tendo na alfabetização cartográfica um importante encaminhamento.

Por que se localiza?” permite a orientação e a aplicação do pensamento espacial em diferentes lugares e escalas de análise. 

Como se distribui?” é uma pergunta que remete ao princípio geográfico de diferenciação espacial, que estimula os alunos a entender o ordenamento territorial e a paisagem, estabelecendo relações entre os conceitos principais da Geografia. 

Quais são as características socioespaciais?” permite que reconheçam a dinâmica da natureza e a interferência humana na superfície terrestre, conhecendo os lugares e estabelecendo conexões entre eles, sejam locais, regionais ou mundiais, além de contribuir para a percepção das temáticas ambientais.

 A ênfase nos lugares de vivência, dada no Ensino Fundamental – Anos Iniciais, oportuniza o desenvolvimento de noções de pertencimento, localização, orientação e organização das experiências e vivências em diferentes locais. 

Essas noções são fundamentais para o trato com os conhecimentos geográficos. Mas o aprendizado não deve ficar restrito apenas aos lugares de vivência. Outros conceitos articuladores, como paisagem, região e território, vão se integrando e ampliando as escalas de análise. De maneira geral, na abordagem dos objetos de conhecimento, é necessário garantir o estabelecimento de relações entre conceitos e fatos que possibilitem o conhecimento da dinâmica do meio físico, social, econômico e político. Dessa forma, deve-se garantir aos alunos a compreensão das características naturais e culturais nas diferentes sociedades e lugares do seu entorno, incluindo a noção espaço-tempo. Assim, é imprescindível que os alunos identifiquem a presença e a sociodiversidade de culturas indígenas, afro-brasileiras, quilombolas, ciganas e dos demais povos e comunidades tradicionais para compreender suas características socioculturais e suas territorialidades. Do mesmo modo, é necessário que eles diferenciem os lugares de vivência e compreendam a produção das paisagens e a inter-relação entre elas, como o campo/cidade e o urbano/rural, no que tange aos aspectos políticos, sociais, culturais, étnico-raciais e econômicos. 

Essas aprendizagens servem de base para o desenvolvimento de atitudes, procedimentos e elaborações conceituais que potencializam o reconhecimento e a construção das identidades e a participação em diferentes grupos sociais. Esse processo de aprendizado abre caminhos para práticas de estudo provocadoras e desafiadoras, em situações que estimulem a curiosidade, a reflexão e o protagonismo. Pautadas na observação, nas experiências diretas, no desenvolvimento de variadas formas de expressão, registro e problematização, essas práticas envolvem, especialmente, o trabalho de campo.

segunda-feira, 2 de junho de 2025

2º Trimestre - A GEOGRAFIA NO EF - INTRODUÇÃO

Fonte Revista Nova Escola

Texto adaptado


 A Geografia é incorporada desde os anos iniciais do Ensino Fundamental. A ênfase de trabalho com o componente curricular Geografia, recai sobre o pensamento espacial e o raciocínio geográfico

Para se aproximar dos objetivos de aprendizagem, o professor também precisa se apropriar de conteúdos procedimentais. 

“A Base reforça a ideia da Geografia como um componente importante para entender o mundo, a vida e o cotidiano. Desenvolver nos estudantes o raciocínio geográfico, articulando alguns princípios , significa dotá-los de mais uma forma de perceber e analisar criticamente a realidade”, afirma a professora Sônia Castellar, da Universidade de São Paulo (USP).

A BNCC traz novas dimensões para a realização dessa leitura de mundo. “Antes, o estudo do componente estava mais pautado na leitura, na interpretação da paisagem e em um aluno mapeador consciente. Agora, volta-se mais para estimular um pensamento espacial, atrelado ao raciocínio geográfico”, explica a professora Thiara Vichiato Breda, doutora em Ciências pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e professora na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

Pensamento espacial e raciocínio geográfico: o que são?

Os dois conceitos citados pela professora, pensamento espacial e raciocínio geográfico, perpassam as cinco unidades temáticas que estruturam o componente. 

Essas cinco unidades também são subdivididas em objetos de conhecimento e habilidades (objetivos de aprendizagem). Elas permeiam toda a Base e são organizadas em uma construção progressiva dos conhecimentos geográficos, trabalhando os objetivos e conteúdos a partir de diferentes linguagens.

As cinco unidades temáticas são: 
1. O sujeito e seu lugar no mundo
2. Conexões e escalas
3. Mundo do trabalho
4. Formas de representação e pensamento espacial
5. Natureza, ambientes e qualidade de vida

Ao observar fenômenos planetários, de base natural, como abalos sísmicos ou mudanças climáticas, e até mesmo de base social, como um desmoronamento ocasionado pelo desmatamento das encostas, o estudante deve ter a curiosidade de entender por que aquilo acontece. É preciso estimular as crianças e jovens a pensarem de que forma o acontecimento presente está relacionado com outros ao longo do tempo: como a questão de causalidade, e com a localização, como as condições geográficas.

“É articulando esses princípios citados na BNCC que os estudantes vão emprestar sentido e lógica aos conteúdos com os quais já estavam habituados a relacionar-se”, explica o professor Laércio Furquim, consultor no Time de Autores de NOVA ESCOLA. Nessa nova perspectiva, os conteúdos não devem ser aprendidos de forma descontextualizada, mas entendidos como parte de um processo.

O especialista ressalta que a aplicação dos princípios desse raciocínio, em sala de aula, também vão preparar o estudante para perceber e questionar tudo o que se materializa no espaço. Se perguntarmos porque algo está exatamente ali, naquelas coordenadas, será necessário pesquisar processos e identificar para que e para quem servem esses objetos construídos. O mesmo vale para locais onde não há construção. Por que não se construiu ali? Quem se beneficia desse “vazio”?

A ideia que está por trás da Base é a de que os estudantes se desenvolvem aprendendo a olhar o espaço por onde passam e vivem, captando informações diversas por meio das paisagens e dos lugares em que transitam. “Os estudos de solo, de relevo, de vegetação e de clima são importantes para entender o espaço geográfico e as formas de organização da vida. Mas é fundamental que o estudante compreenda que o espaço geográfico é constituído e configurado pelas relações entre a humanidade e a natureza, algo que a aplicação dos princípios geográficos vai facilitar”, afirma o assessor educacional.

domingo, 1 de junho de 2025

2º TRIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA


NESTE SEGUNDO TRIMESTRE QUE VAI DE MAIO ATÉ SETEMBRO, TEREMOS DUAS DATAS IMPORTANTES DA NOSSA CULTURA: AS FESTAS JUNINAS (QUE ACONTECEM EM JUNHO E JULHO - NO NOSSO ESTADO) E O DIA DO FOLCLORE - 22 DE AGOSTO)
SENDO ASSIM, VAMOS REALIZAR BRINCADEIRAS QUE ENVOLVAM AS UNIDADES TEMÁTICAS DE MATEMÁTICA (UNIDADES TEMÁTICAS - NÚMEROS, ÁLGEBRA, GRANDEZAS E MEDIDAS E GEOMETRIA. SÓ VAMOS TRABALHAR ESTAS 4 UNIDADES) NAS BARRAQUINHAS DAS FESTAS JUNINAS.
PRIMEIRO, VAMOS PESQUISAR ALGUMAS BRINCADEIRAS E BARRAQUINHAS TRADICIONAIS:

TURMAS 3001, 3003, 3004 E 3005

 Cabo de guerra

Nessa brincadeira uma corda é estendida e segurada por dois grupos distintos. Cada um dos grupos vai puxar um lado da corda com o objetivo de fazer com que o grupo adversário invada ultrapasse uma linha que separa os dois lados. O vencedor dessa brincadeira é o grupo que conseguir colocar mais força na corda e forçar o grupo adversário a ultrapassar a linha que separa os dois grupos."

 Pescaria

Um aquário é preenchido com água ou mesmo com areia e são espalhados alguns peixes de plástico que contêm uma argola que permite capturá-los com uma vara de pescar. A pessoa que estiver brincando usa a vara de pescar com um anzol para pescar o máximo de peixes que conseguir no aquário. Ao final, um brinde pode ser dado à pessoa que participou dessa brincadeira de acordo com a quantidade pescada.

 Bingo

No bingo, são distribuídas cartelas com 24 números divididos em colunas e linhas. Ao longo do jogo, diversos números são sorteados, e aqueles que possuírem o número sorteado em sua cartela devem fazer uma marcação. O jogo tem um vencedor quando uma ou mais pessoas completam a cartela. Os que completam a cartela ganham brindes."

 Corrida no saco

Na corrida do saco, um percurso é estabelecido para uma corrida, e os participantes devem colocar suas duas pernas dentro de sacos. O fato de os participantes estarem com as penas dentro dos sacos os impossibilita de correr, sendo que o único jeito de cumprir o percurso é pulando. Durante a corrida, os participantes devem segurar o saco enquanto pulam. Quem chegar primeiro na corrida, ganha.

 Corrida do ovo

Nessa brincadeira, os participantes devem fazer uma corrida com uma colher na boca e um ovo cozido sendo equilibrado na colher. Ganha aquele que cruzar primeiro a linha de chegada com o ovo na colher. No caso de ser realizada com crianças, recomenda-se que as crianças carreguem a colher não mão e não na boca.

Corrida do milho

Essa brincadeira é bastante parecida com a corrida do ovo. Em vez de colocar um ovo na colher, os participantes colocaram milho na colher e o equilibram. Nessa brincadeira, a colher pode ser equilibrada com as mãos e o milho deve ser colocado em um recipiente (como um copo). Ganha o participante que encher o copo primeiro.

Dança das cadeiras

Nessa brincadeira, os participantes devem dançar ao redor de cadeiras que são colocadas na forma de um círculo. Os participantes dançam ao redor das cadeiras enquanto uma música estiver sendo tocada, mas a partir do momento que a música for interrompida, todos devem procurar se sentar. No entanto, há, propositalmente, uma cadeira a menos que o número de participantes da brincadeira, de forma que uma pessoa sempre ficará de pé.

A pessoa que ficar de pé no momento de se sentar estará excluída da brincadeira. Após isso, uma cadeira é retirada e a brincadeira segue. A brincadeira se encerra quando sobrar uma pessoa, que será declarada a vencedora.

Dança das laranjas

Nessa brincadeira, são formados casais que devem dançar uma música que estiver tocando. O casal, no entanto, equilibrará uma laranja com suas testas, não podendo deixá-la cair. Os casais devem permanecer com suas mãos para trás, e ganha a brincadeira o último casal a conseguir sustentar a laranja.

Jogo das argolas

Nessa brincadeira, garrafas são enchidas com água e colocadas em uma estrutura como uma mesa. Os participantes devem jogar argolas e fazer com que elas fiquem presas no corpo da garrafa. Ganha a brincadeira a pessoa que conseguir acertar mais argolas ou então ela pode ganhar um brinde, dependendo do número de acertos, caso esteja competindo sozinha.

Passa chapéu

É uma brincadeira que lembra bastante outra brincadeira chamada batata quente. Na verdade é uma versão junina dessa brincadeira, uma vez que é formado um círculo de pessoas que ficam passando entre si um chapéu enquanto uma música é tocada. A pessoa que estiver com o chapéu na mão quando a música for interrompida é eliminada. O vencedor é o participante que sobrar no final.

Boca do palhaço

Um painel é formado com o rosto de um palhaço, havendo uma abertura circular na boca dele. O objetivo do jogo é acertar bolas dentro dessa abertura na boca do palhaço. A pessoa que tiver boa mira e fizer um grande número de acertos pode ganhar um brinde.

 Tomba latas

Nessa brincadeira, é formada uma pirâmide com latas, e o objetivo é que o participante, a uma distância considerável, jogue bolas com o intuito de acertar as latas e derrubá-las. O participante tem poucas chances de fazê-lo, e quem derrubar mais latas ganha a disputa.

 Correio elegante

No correio elegante, uma pessoa pode enviar uma mensagem carinhosa para outra pessoa de quem gosta. As mensagens podem ser anônimas ou identificadas, e muitas pessoas usam o correio elegante para mandar uma mensagem de afeto para uma pessoa em quem estão interessadas. A mensagem é entregue para o entregador do correio elegante, e ele se encarrega de levar a mensagem para a pessoa indicada.

 Rabo no burro

Uma pessoa é vendada e girada várias vezes para que fique tonta e perca o seu senso de direção. Depois disso, o objetivo é que ela pregue o rabo do burro desenhado em um painel no lugar certo. O participante sairá como vencedor caso consiga pregar o rabo no burro corretamente.


IMPORTANTE
CADA GRUPO DEVERÁ TER ATÉ 6 ALUNOS
VAMOS SORTEAR A UNIDADE TEMÁTICA DE MATEMÁTICA.
VOCÊS PODEM ESCOLHER A BRINCADEIRA. SÓ NÃO PODERÁ TER DUAS BARRACAS COM A MESMA BRINCADEIRA E UNIDADE TEMÁTICA. NO ENTANTO, PODE TER A MESMA BARRACA (BRINCADEIRA) COM UNIDADES TEMÁTICAS DIFERENTES.

O QUE SERÁ AVALIADO:
O CAPRICHO NA APRESENTAÇÃO DA BARRACA E O USO DE RECICLÁVEL
O EMPENHO E PARTICIPAÇÃO
ESTAR PRESENTE NO DIA E HORA DA ATIVIDADE
ENTREGAR O PLANO DE AULA 
APRESENTAÇÃO DA BARRACA - A BARRACA DEVE TER CARTAZ COM O NOME DA BRINCADEIRA, EXPLICANDO O OBJETIVO E O QUE ELA PROPORCIONA PARA A APRENDIZAGEM DOS CONTEÚDOS DE MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS DO EF. O CARTAZ DEVE ESTAR PRESO NA PAREDE.



DATA DA APRESENTAÇÃO
SEMANA DO DIA 23 DE JUNHO

PONTUAÇÃO:3,0







2º TRIMESTRE - MATEMÁTICA CONTEXTUALIZADA PELO TEMA FESTA JUNINA

 


Planejamento para o professor

site Tudo Sala de Aula

Objeto do conhecimento: Festa Junina.

Objetivo da Aula: Utilizar o contexto cultural e festivo das festas juninas para explorar conceitos matemáticos, como operações básicas (adição, subtração, multiplicação, divisão) e desenvolvimento de raciocínio lógico.

Habilidade da BNCC: (EF02MA05) Construir fatos básicos da adição e subtração e utilizá-los no cálculo mental ou escrito. (EF03MA07) Resolver e elaborar problemas de multiplicação (por 2, 3, 4, 5 e 10) com os significados de adição de parcelas iguais e elementos apresentados em disposição retangular, utilizando diferentes estratégias de cálculo e registros.

BARRACA DOS PROBELMAS

1. Dona Lúcia recebeu algumas encomendas de comidas típicas para a festa junina. Ela preparou um bolo de milho seguindo a receita abaixo, observe.


Sabendo que ela utilizou 3 pedaços de barbante, quantas bandeirinhas ela colou?
a) 12 bandeirinhas.
b) 24 bandeirinhas.
c) 36 bandeirinhas.
d) 40 bandeirinhas.

3. Em uma festa junina, havia 38 pessoas. Sabendo que havia 17 mulheres nessa festa, quantos homens estavam presentes?

4. Joana preparou alguns itens de comidas típicas para as barracas de venda. Ela conseguiu finalizar 42 itens divididos exatamente na metade para cada barraca.

 Quantos itens doces Joana preparou?

a) 42
b) 21
c) 20
d) 12

5. Em uma festa junina, Bento ficou responsável por preparar a fogueira. Ele utilizou um pedaço grande de madeira com a medida indicada abaixo.



a) Qual a medida do pedaço de madeira que Bento utilizou?

b) Se ele cortar em 3 pedaços de tamanhos iguais, qual será a medida de cada pedaço cortado?

6. Em uma coreografia junina, estão participando 8 pares de dançarinos e 1 marcador de passos. Quantas pessoas fazem parte dessa coreografia?
a) 17 pessoas.
b) 16 pessoas.
c) 9 pessoas.
d) 8 pessoas.

7. Observe os preços de alguns itens de uma barraca doce em uma festa junina.



Se um cliente comprar 3 cocadas e 3 paçoquinhas, quanto ele vai pagar?
a) R$5,00.
b) R$11,00.
c) R$15,00.
d) R$16,00.

8. Ritinha estava se preparando para ir à festa junina e comprou os itens abaixo.

Quanto ela pagou pela compra?9. Jailson é marcador de quadrilha junina e, na busca por comprar chapéus para seus dançantes, ele encontrou a seguinte oferta.



Ele comprou uma unidade para cada um de seus 10 dançantes, quanto ele pagou no total?
a) R$8,00.
b) R$18,00.
c) R$80,00.
d) R$88,00.

10. Uma das tradições de festa junina é pular a fogueira. Veja abaixo a imagem dessa tradição.


Se cada dançante pular a fogueira 3 vezes, qual a quantidade total de pulos nessa fogueira?

1. a) 4 ovos. b) Farinha de trigo e coco ralado. c) 8 ingredientes. / 2. 36 bandeirinhas. / 3. 21 homens. / 4B / 5. a) 3 metros. b) 1 metro. / 6A / 7C / 8. R$ 99,00. / 9C / 10. 32 pulos.


3º TRIMESTRE - TRABALHO (3,0) FTMEF / FTMEJA/ PDAE

TRABALHO SOBRE O COMPONENTE CURRICULAR HISTÓRIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A HISTÓRIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENT...